* * * *

Sou mãe de uma criança muito especial, profissional da enfermagem e há muito tempo venho estudando sobre os Transtornos Invasivos do Desenvolvimento.

Aprendi com alguns professores da faculdade que devemos passar nossos conhecimentos adiante. Encontrei através deste blog uma forma séria de dividir com as pessoas o que aprendi, e porque não, ajudar pais e profissionais com algumas informações.

Conto com a visita de todos e também com a contribição de quem quiser participar, me enviado artigos que serão publicados com a referencia de quem os enviou; dicas, sujestões, críticas, etc.

Meu e-mail: mixyelemiah@gmail.com

"Um dia o arco-íris passou por minha casa. Trouxe consigo, brincando de "escorregador", um anjo aprendiz, disfarçado de criança especial, um tesouro com o qual não sonhara. Essa criança-anjo povoou minha casa de sorrisos mágicos."



Transtornos Invasivos do Desenvolvimento

Autismo

Autismo atípico

Subcategorias propostas do autismo atípico

Continuação subcategorias propostas do autismo atípico

Continuação subcategorias propostas do autismo atípico e diagnóstico diferencial

Síndrome de Rett

Síndrome de Rett (II)

Transtorno Desintegrativo da Infância

Síndrome de Asperger

Transtorno com Hipercinesia Associada a Retardo Mental e a Movimentos Estereotipados

Intervenções Terapêuticas

Psicoterapia

Alysson Muotri - em busca da cura do Autismo

Vermes contra o Autismo

Dia do Orgulho Autista

Equoterapia

Farmacoterapia

Especial Autismo

Tratamento Biomédico/Ortomolecular

Um resumo da história do Início da Dieta sem Glúten e sem Caseína

Por que fazer o tratamento biomédico/ortomolecular?

Como o comportamento é alterado pela indevida metabolização do glúten e caseína

Campanhas na MTV

Perigosos Peptídeos

Problemas gastrintestinais

Disbiose intestinal

Metilação, sulfatação e epigenética

Centro imunológico

Dieta sem glúten e sem caseína

Dieta de Feingold

ARI e Protocolo DAN!

Tv Xuxa: Dia Especial - GAAPE

Brincar

Dentro da Mente Autista

O diagnóstico dos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento

Os critérios diagnósticos

Adolescentes e adultos com TID

"Até o Fim"

ABA

O Ensino por Tentativas Discretas (Discrete Trial Teaching – DTT)

Comportamento verbal seguindo os princípios da ABA

TEACCH

História do Autismo

Possíveis causas do Autismo

Comorbidades do Autismo

A Perspectiva Psicodinâmica do Autismo

Teoria psicanalista segundo Melanie Klein

Teoria psicanalista segundo Margareth Mahler

Teoria psicanalista segundo Frances Tustin

Teoria psicanalista segundo Bruno Bettelheim

Tratamento do Autismo

O que é Autismo...e o que não é, por Marie Dorión Schenk

Transtorno do Espectro Autista

O cérebro autista

Uma cura para o Autismo

Matéria TPM Autismo

Síndrome do X-Frágil

Terapia Ocupacional

Son-Rise

Musicoterapia

A linguagem

Pressupostos teóricos da linguagem

Pragmática e desenvolvimento da linguagem

Ecolalia e Inversão Pronominal

Programa Especial - Escola Divertivendo

O que toda criança com Autismo gostaria que você soubesse

My Name is Khan

Leo Kanner

Características do Autismo

As Essências Florais de Bach

Zambiasi e o Autismo

Hidroterapia

Síndrome de Asperger (II)

Autismo – Um mundo obscuro e conturbado

Questões diagnósticas do Autismo

A engenharia do Autismo

Olhe nos meus olhos

Bebês prematuros e de baixo peso têm maior risco de desenvolver Autismo

Temple Grandin - O mundo necessita de todos os tipos de mentes

Inclusão social - Autismo e educação

Por que o símbolo do Autismo é um quebra-cabeça?

Diagnóstico precoce do Autismo

Ficando normal, por John Elder Robinson

O desfralde de crianças com TID

Pesquisa indica que Autismo afeta todo o cérebro

Minha filha... Autista?

4 dicas para o dia a dia da criança autista

Instrumento de vigilância precoce do Autismo: manual e vídeo

A escala CARS Brasileira

Escala de traços autísticos

Novo estudo pode detectar precocemente sintomas autísticos

Estudos sugerem nova definição de autismo

Mapeamento do Cérebro Humano lança luz sobre o Autismo

Autismo e Integração Sensorial

Discovery Home & Health - Autismo

Estereotipias motoras

Atenção visual em recém-nascidos com risco de Autismo

Vacinação e Autismo

Entrevista sobre Autismo

Cérebro de autistas tem alterações aos 6 meses de idade

Histórias de superação

O caso impressionante de Carly Fleischmann

Mais um estudo confirma que vacina não causa Autismo

PEA descrito pela psicóloga Adriana Campos

Como diagnosticar e identificar a deficiência mental em crianças

Kyle Coleman

Aumentam os números de crianças com Autismo

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down

Vídeo: Transtornos Globais do Desenvolvimento

The Horse Boy

Autismo Respeito: A Rebecca Casebook Escola DIR para Pais e Profissionais

Entrevista com Dr. Gil Tippy

Genes envolvidos no Autismo

O treino dos cães de serviço

Terapia com cães no Brasil

Autismo pode estar ligado a problemas na gestação

Cresce influência da indústria sobre manual de psiquiatria

10% dos autistas conseguem superar a condição

My Brother Has Autism

Os casos de autismo aumentam em 78% desde 2002 nos Estados Unidos

Criado novo remédio contra autismo

Fumo na gravidez aumentaria o risco de autismo

Como ser amigo de alguém com Autismo/Asperger:

06/05/2012 a 12/05/2012
29/04/2012 a 05/05/2012
22/04/2012 a 28/04/2012
08/04/2012 a 14/04/2012
01/04/2012 a 07/04/2012




Segue abaixo um vídeozinho que produzi, espero que gostem:









Como ser amigo de alguém com Autismo/Asperger:

Muitas pessoas acreditam que a pessoa com autismo e síndrome de Asperger são pessoas que não gostam de se socializarem, um grande erro. O que eles precisam na maioria das vezes, são de pessoas que o conheçam verdadeiramente. Segue algumas dicas para você que conhece, gosta, mas sente dificuldade de estabelecer um vínculo e para você que não conhece, fica a dica para quando tiver esse prazer!


Tome a iniciativa para incluí-lo (a): Seu amigo pode querer desesperadamente ser incluído e pode não saber como pedir isto. Seja específico sobre o que você quer que ele faça.


Encontre Interesses Comuns: Será muito mais fácil se você falar ou compartilhar algo que vocês gostem (filmes, esportes,música, livros, TV, shows, etc.).


Seja Persistente e Paciente: Lembre-se que seu amigo com autismo pode precisar de mais tempo para responder do que outra pessoa. Isso não significa que ele não esteja interessado.


Comunique-se Claramente: Falar a uma velocidade e volume razoáveis. Usar pequenas frases também pode ser útil. Use gestos, figuras, expressões faciais para ajudar a se comunicar. Fale literalmente - não use figuras que confundam. Ele pode responder sinceramente "o céu" quando você pergunta "Está tudo em cima?"


Proporcione a ele bons momentos: Estimule-o a experimentar coisas novas porque às vezes ele pode ter medo de tentar coisas novas.


Proteja-o (a): Se você vir alguém molestando ou intimidando o amigo com autismo, proteja-o e diga à pessoa que isso não é legal.


Lembre-se da Sensibilidade Sensorial: Seu amigo pode ficar muito desconfortável em situações ou lugares (cheios, barulhentos, etc...). Pergunte se ele está bem. Às vezes seu amigo precisa de uma pausa.


Dê a ele um Retorno: Se seu amigo com autismo está fazendo algo inapropriado, diga a ele gentilmente. Esteja certo de dizer também quando ele faz algo certo porque ele pode não saber.


Não o infantilize: Trate-o como alguém e fale com ele como se fosse outro de seus amigos. Não seja demasiado formal e não fale com ele como se ele fosse um garotinho.


Informe-se: Sobre a sua deficiência. Leia algumas coisas na internet ou peça a um professor ou um orientador sobre os livros.


Respeite-o: Não o ignore mesmo se você acha que ele não percebe você.


Não tenha Medo: Seu amigo é uma pessoa qualquer que precisa apenas de uma
ajudazinha. Aceitar estas diferenças e respeitar suas dificuldades como você gostaria que fizessem com qualquer outro amigo.


Adaptado do Programa FRIEND

Research Autism Sudoeste e Centro de Recursos (SARRC) - Manual para as escolas



Postado por: Michele às 10h29
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Fumo na gravidez aumentaria o risco de autismo

Mulheres que fumam durante a gravidez podem estar mais propensas a ter um filho com autismo de alto funcionamento ou a Síndrome de Asperger, de acordo com a pesquisa publicada no jornal britânico Dailymail. "O que estamos vendo é que alguns transtornos do autismo, mais do que outras doenças, podem ser influenciado pelo fumo da mãe durante o período de gestação", disse o autor Professor Amy Kalkbrenner da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. Essa é a conclusão de um estudo que se baseou em dados de mais de 600.000 crianças e que foi desenvolvido por pesquisadores do programa de vigilância em autismo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão de saúde dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados nesta semana no site do periódico Environmental Health Perspectives.

Kalkbrenner e seus colegas fizeram um estudo de base populacional comparando dados de tabagismo de certidões de nascimento de centenas de milhares de crianças de 11 estados para um banco de dados de crianças diagnosticadas com autismo. Eles descobriram que 13% das mães cujos filhos foram identificados como tendo um transtorno do espectro do autismo em oito anos de idade haviam fumado durante a gravidez.

Os pesquisadores observaram que o tabagismo na gestação aumenta as chances de a mulher ter um filho com distúrbios menos graves associados ao autismo, como a síndrome de Asperger, mas não identificaram relação entre cigarro na gravidez e chances de a criança nascer com autismo comum.

De acordo com Kalkbrenner, como o autismo é muito complexo e envolve diversos fatores, como interação social, genética e ambiente, nenhum trabalho é capaz de explicar todas as causas do distúrbio. “Por isso, o nosso objetivo foi fornecer mais uma peça para esse quebra-cabeça”, diz. "Mesmo assim, nossa pesquisa não dá como certo que o tabagismo é um fator de risco para o autismo, mas sugere a existência de uma associação entre cigarro e alguns tipos do problema".

 

Fontes:

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/tabagismo-na-gravidez-pode-aumentar-risco-de-autismo-nos-bebes

http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5743247-EI1497,00-Fumo+na+gravidez+aumentaria+o+risco+de+autismo+em+bebes.html



Postado por: Michele às 19h22
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Criado novo remédio contra autismo

Cientistas do Instituto Nacional da Saúde Psíquica e da farmaceutica Pfizer testaram em ratos um remédio que permite nivelar várias das consequências do autismo, tais por exemplo, como problemas da comunicação e costume de repetir ações.

Segundo uma das autoras da pesquisa, Jill Silverman, após a injeção de GRN-529 (isto é o nome do remédio) os ratos perderam dois costumes fixos: limpeza constante e saltos. Além disso, os animais que tiveram parecido associais, começaram a interagir com seus companheiros.

O artigo sobre o teste do remédio foi publicado na revista Science Translational Medicine.

http://portuguese.ruvr.ru/2012_04_29/novo-remedio-contra-autismo/



Postado por: Michele às 19h07
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Os casos de autismo aumentam em 78% desde 2002 nos Estados Unidos

O número de casos dos transtornos invasivos do desenvolvimento vem aumentado em 78% na última década nos EUA, de acordo com um estudo divulgado pelo Centro para a Prevenção (CDC para a sua sigla em Inglês). Atualmente, de acordo com o relatório, um em cada 88 crianças americanas tem algum transtorno do espectro autista.

Perturbações do espectro do autismo são acompanhados por deficiências na interação social e, na maioria dos casos, os comportamentos são restritos, repetitivo e estereotipado. Embora muitas crianças são diagnosticados com a idade de 8 anos, como citados pelo estudo, há um aumento no número de casos entre as crianças com menos de três anos.

Os números apresentados dizem que há um aumento nos casos de 23% desde 2009 e 78% em relação ao primeiro relatório da instituição que recolhe números de 2002, quando a tendência era de 150. O estudo foi realizado em 2008 a uma amostra de mais de 300.000 crianças com idade entre 8 e 14 anos.

O maior número de novos diagnósticos tem sido entre crianças latinas (110%) e negros (91%). Os autores acreditam que este aumento é devido principalmente ao fato de que existem novos métodos para ajudar a investigar esses grupos melhor. CDC aconselha os pais a observar como eles jogam, aprendem, falam e agem seus filhos desde o nascimento até cinco anos de idade. Esta organização tem programas que ajudam os pais a conhecer esse tipo de transtorno e lidar com eles.

A causa do autismo ainda é um mistério. Alguns estudos sugerem que é genética e outros dizem exatamente o oposto. Parece que filhos de pais mais velhos, aqueles que nascem prematuramente ou com baixo peso, e tomar medicamentos durante a gravidez podem ser fatores de risco para essas doenças, argumenta o relatório.

Fonte:http://sociedad.elpais.com/sociedad/2012/03/29/actualidad/1333048524_192599.html




Postado por: Michele às 18h55
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My Brother Has Autism

"Meu irmão tem autismo e não temos certeza porque...mas está tudo bem para mim.

 

Eu o amo do jeito que ele é.

 

Aposto que se você se encontrar com ele, você aprenderá a amá-lo também!"


(Melody Igafo-Te’o, no livro My Brother Has Autism)




Postado por: Michele às 17h12
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10% dos autistas conseguem superar a condição

Algumas crianças com autismo conseguem se desenvolver ao longo da vida, mesmo tendo sido diagnosticadas com sintomas severos na infância. Elas abandonam os limites da condição e chegam até mesmo a se tornarem altamente funcionais.

Na maioria dos casos de crianças diagnosticadas com autismo grave, o indivíduo progride muito pouco com a idade, enquanto em casos mais brandos o paciente consegue desenvolver suas habilidades de comunicação mais rapidamente. Porém, cerca de 10% das crianças autistas conseguem superar a condição e atingir um nível alto de desenvolvimento.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que as crianças que conseguiram esse feito frequentemente vêm de famílias de alto status socioeconômico e têm mães brancas e com maiores níveis de educação. Essas condições possibilitariam que o paciente tivesse mais acesso a tratamentos intensivos de qualidade. “Essas disparidades socioeconômicas sugerem que o acesso igualitário a intervenções precoces e serviços para crianças menos privilegiadas é algo realmente vital”, explica a pesquisadora Christine Fountain, da Universidade Columbia.


Fonte: http://boasaude.uol.com.br

Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)

 

Intervenções comportamentais intensivas resultam em melhorias em crianças autistas. Leia em Bibliomed (para assinantes)

 



Postado por: Michele às 10h55
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Cresce influência da indústria sobre manual de psiquiatria

O processo de reformulação do manual mais importante da psiquiatria está sofrendo cada vez mais influência da indústria farmacêutica, afirma um novo estudo.

Dentro da força-tarefa responsável pela quinta edição do livro, o número de pesquisadores que declararam ter conflito de interesses subiu de 57% para 69%, em relação à quarta edição.

A obra sob crítica é o DSM (Manual de Estatísticas e Diagnósticos), da APA (Associação Psiquiátrica Americana), que vem sendo alvejada por criar novos transtornos mentais (veja infográfico abaixo).

Segundo Lisa Cosgrove, eticista da Universidade Harvard, o aumento dos laços com o setor privado é uma surpresa, pois a comissão encarregada de editar o manual impôs novas regras para minimizar o problema.

Na tentativa de evitar que empresas pressionem por alterações que favoreçam a venda de seus medicamentos, a associação instituiu que todos os membros da força-tarefa do DSM-5 devem relatar ligações com laboratórios.

Pesquisadores que atuam como conselheiros em empresas ou que tenham realizado pesquisas patrocinadas por elas são agora obrigados a revelar suas ligações.

Sheldon Krimsky, da Univesidade Tufts, que assina o trabalho com Cosgrove, sugere que a nova política fracassou, pois só "transformou um problema de 'viés secreto' em um de 'viés aberto'".

Os resultados foram publicados na revista "PLoS Medicine". O presidente da APA, John Oldham, emitiu um comunicado questionando o trabalho (veja texto abaixo).

Além de analisar dados sobre os 29 membros da força-tarefa responsável pelo manual, Cosgrove e Krimsky fizeram um levantamento sobre os 141 pesquisadores que participam dos grupos de trabalho representando sub-áreas da psiquiatria.

"Três quartos dos grupos de trabalho têm a maioria de seus membros ligados à indústria", diz o estudo. "Os painéis onde há mais conflito são aqueles sobre problemas mentais para os quais o tratamento farmacológico é a intervenção de praxe."

Mudanças nos critérios de diagnóstico de depressão, por exemplo, podem fazer mais pessoas serem encaixadas no transtorno.

Segundo Cosgrove e Krimsky, o grau de conflito de interesses pode estar subestimado, pois a APA não exige que psiquiatras revelem participação nos "bureaus de oradores" de empresas.

Esses profissionais, que fazem apresentações públicas sobre medicamentos, podem listar essa atividade só como "honorários", sem especificar do que se trata.

"Quando fizemos uma busca de internet pelos nomes dos 141 integrantes do painel, descobrimos que 15% deles tinham revelado estar em 'bureaus de oradores' ou painéis de conselheiros de farmacêuticas", escrevem os autores.

OUTRO LADO
O presidente da Associação Psiquiátrica Americana, John Oldham, nega que os esforços para reduzir a influência da indústria farmacêutica sobre o manual de diagnóstico DSM tenham redundado em fracasso.

"O artigo de Cosgrove e Krimsky não leva em conta o nível em que os integrantes da força-tarefa e dos grupos de trabalho do DSM-5 minimizaram ou cortaram suas relações com a indústria", declarou Oldham em comunicado divulgado pela associação.

"Em 2012, 72% dos 153 integrantes relataram não ter tido relações com empresas farmacêuticas no ano anterior", afirma ele.

Cosgrove e Krimsky dizem ter consultado versões das fichas dos psiquiatras que estavam disponíveis no site da força-tarefa de atualização do manual médico (www.dsm5.org) em 12 de janeiro.

A Associação Psiquiátrica Americana não informa com que frequência as fichas dos participantes do projeto estão sendo atualizadas.
faltam dados

Oldham também afirma, porém, que os dados usados no estudo da dupla na revista "PLoS Medicine" não são suficientes para comparar as influências da indústria de medicamentos sobre as duas edições do DSM em questão, a quarta e a quinta. O problema, diz ele, é que as políticas sobre o tema mudaram muito de lá para cá.

"Na época da publicação do DSM-4, em 1994, nem os periódicos científicos, nem os simpósios, nem a força-tarefa exigiam que conflitos de interesse fossem revelados", diz o psiquiatra, sugerindo que os número antigos podem estar subestimados.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1069893-cresce-influencia-da-industria-sobre-manual-de-psiquiatria.shtml



Postado por: Michele às 09h58
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Autismo pode estar ligado a problemas na gestação

Investigadores da Universidade da Califórnia (EUA) alertam num estudo publicado na revista Pediatrics que as mães obesas têm um risco até três vezes maior de ter filhos com autismo. O estudo demonstra a relação entre doenças do metabolismo como a diabetes ou hipertensão como neurodesenvolvimento das crianças. A pesquisa incluiu 1.004 crianças com idades entre dois e cinco anos e suas respectivas mães. 

Os autores da análise analisaram os dados clínicos das mulheres durante a gravidez e quantas delas haviam apresentado alguma das complicações citadas. Ao final do estudo, 517 crianças foram diagnosticadas com autismo e 172 tiveram outros distúrbios de desenvolvimento. 

As mães que tinham obesidade, diabetes ou hipertensão durante a gestação tinham 60% mais chances de ter uma criança com autismo e duas vezes mais chances de ter um filho com outro tipo de atraso no desenvolvimento. Segundo os pesquisadores, esse estudo traz evidências de que a saúde materna e fatores pré-natais podem desempenhar um papel fundamental no risco para o autismo. 

Durante a gravidez, o sistema imunológico da mulher é responsável por manter sua saúde e ainda garantir que o bebê tenha o desenvolvimento adequado. Por isso, ao longo dos nove meses, os cuidados precisam ser redobrados e seguidos à risca para evitar uma série de inconvenientes. Para passar longe dos perigos, veja as dicas a coordenadora do setor de Ultrassonografia Viviane Lopes, do Laboratório Femme, recomenda e não deixe de fazer o acompanhamento pré-natal com o ginecologista. 


Diabetes gestacional

Esta investigação realizada nos Estados Unidos revela que, por exemplo, diabetes mal controladas durante a gravidez podem expor o feto durante demasiado tempo a elevados níveis de glicose, o que aumenta a produção de insulina na criança e ao mesmo tempo poderá tirar oxigênio necessário ao seu desenvolvimento.

Cultivar uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e minerais, é uma das formas mais eficazes de combater o diabetes. Os perigos da doença incluem pressão alta, acúmulo excessivo de líquido amniótico (que pode distender demais a barriga da gestante), mortalidade fetal e malformações. A especialista aconselha ainda que sejam evitadas refeições com muitos condimentos, que pioram os enjoos e agravam a hipertensão. Alimentos crus são outra ameaça, porque podem transmitir toxoplasmose e verminoses. 


Falta de hidratação

Durante a gravidez, as mudanças no corpo vão muito além daquelas que são percebidas externamente. Entre elas, está o aumento do volume sanguíneo, que depende da boa hidratação para acontecer. "Água e suco de frutas são as melhores fontes para a hidratação saudável", recomenda a especialista. 


Indisposição e crises de mau humor

"A falta de descanso pode prejudicar a formação do bebê, fazer a pressão sanguínea da mãe aumentar e até aumentar as chances de rompimento da bolsa e de um nascimento prematuro", afirma a ginecologista. Ela recomenda dormir, pelo menos, oito horas durante a noite e fazer breves cochilos durante o dia ou sempre que a gestante se sentir cansada. 


Infecções urinárias e dificuldades sexuais

As gestantes podem levar uma vida sexual ativa normal, a não ser quando algum problema durante o pré-natal leva o médico a pedir restrições. "Fazer exames de urina rotineiramente é um cuidado importante para evitar infecções", afirma a ginecologista. É comum também que, nesta fase, a mulher prefira evitar relações sexuais, principalmente nos primeiros meses de gestação. "Quando se sentir disposta, entretanto, a mulher não pode abrir mão da camisinha para prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)". 


Excesso de peso

O estudo publicado na revista Pediatrics alerta que as mães obesas têm um risco até três vezes maior de ter filhos com autismo.

A gestante deve praticar exercícios, pois eles ajudam a controlar o peso e o colesterol, além de prevenir contra a obesidade e o diabetes gestacional. "Prefira atividades de baixo impacto, como caminhadas e hidroginástica, e use roupas leves e confortáveis. Também cuide da hidratação antes, durante e após o treino", explica Bárbara. 


Hipertensão

A doença ameaça qualquer mãe que não repousa o suficiente ou está submetida a altos níveis de estresse, que ingere menos proteínas do que necessita, consome muito sal ou tem histórico familiar de hipertensão. A hipertensão reduz a quantidade de líquido amniótico dentro do útero, o que reduz a passagem de oxigênio pela placenta. Consequentemente, o bebê movimenta-se pouco, eliminando menos urina e até parando de respirar para economizar energia. Nos casos graves, há a morte da criança. Monitorar a pressão rotineiramente, diminuir o consumo de sal e tomar muita água são essenciais para controlar a pressão alta. 


Fontes: http://minhavida.r7.com, http://www.tsf.pt



Postado por: Michele às 21h50
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Terapia com cães no Brasil

São Paulo:


Profissionais da USP, formam uma equipe multidisciplinar para adestrar um cão para terapia com autistas. Muito interessante! “Fruto de uma parceria entre o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, o Centro Educacional de Integração Paulista, o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo– CTMSP e o Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA), o Projeto Infante, coordenado pela Professora Emma Otta do Departamento de Psicologia Experimental tem como finalidade investigar quão benéfica é a participação de um cão em sessões de terapia de uma criança autista.”


Campinas:


Sílvia Ribeiro Jansen Ferreira, fundou a ONG Ateac (Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas), onde, uma vez por semana, 700 autistas recebem a visita de cães terapeutas, em três hospitais em Campinas (SP). Sua inspiração veio de seu filho, Daniel Ribeiro Jansen Ferreira, hoje com 35 anos, primeiro autista brasileiro a defender uma tese na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

O cão ajudou a melhorar a coordenação motora do campineiro e a relação dele com as pessoas. Aos poucos, Jansen, que tem Síndrome de Aspenger, uma forma que afeta menos o lado intelectual do paciente, passou a ganhar confiança e aprendeu a abraçar, o que não fazia antes de ter o animal. Depois de quatro anos, o estudante se formou em biologia na Unicamp e dois anos depois defendeu uma tese de mestrado na mesma área.

Para saber mais sobre a ATEAC entre no site e saiba também como ser um voluntário e como ajudar essa ONG tão importante!


 

Criciúma:


Em Criciúma, SC, o Grupo de Patrulhamento com Cães (GPC) do 9º Batalhão, iniciou em abril de 2010, atividade de Cinoterapia, Terapia Assistida por Cães, com os alunos da Associação de Amigos dos Autistas (AMA).

 

As atividades dão-se semanalmente em duas oportunidades, na sede do 9º BPM, onde Policiais Militares do GPC, juntamente com profissionais da AMA (psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros e terapeutas ocupacionais), utilizam-se do cão Athos, da raça Labrador, para estimularem os portadores de autismo a desenvolverem suas funções físicas e mentais, buscando minimizar as limitações trazidas pela síndrome.


Rio de Janeiro:

Foi criado um projeto há nove anos pelo capitão veterinário Sérgio Braga, responsável pelo canil do 7º BPM. Ele conta que teve a ideia de criar o tratamento quando percebeu que poderia aproveitar melhor o tempo ocioso dos cães, que fazem saídas esporádicas do batalhão. De acordo com a diretora do abrigo, Maria Angélica Peixoto, os cães são facilitadores para o trabalho dos profissionais da área de saúde, que desenvolvem diversos tipos de terapias e fisioterapias com as crianças. Na presença dos animais, as crianças ficam mais relaxadas, o que facilita a fisioterapia, por exemplo, que às vezes é dolorosa.

E também no Rio há um projeto chamada “Pelo Próximo” – Solidariedade em 4 Patas onde voluntários visitam escolas e instituições que cuidam de crianças, idosos, adultos e portadores de necessidades especiais. O grupo realiza atividades como apresentação de agility (esporte que mede velocidade e habilidade do cão), boliche, futebol, contato direto com o animal e exercícios que estimulam o raciocínio e trabalham a coordenação dos pacientes. A organizadora e psicóloga do projeto, Roberta Araújo, diz que a proposta é realizar um trabalho focado no cão, que é o principal instrumento. E nesse projeto você pode ajudar com o seu cãozinho!


Os benefícios da terapia com animais são muitos:


- Desperta o amor incondicional e sem preconceitos;
- Motiva a participação nas sessões terapêuticas;
- Facilita a relação paciente / terapeuta;
- Altera o ambiente terapêutico;
- A capacidade de concentração e aprendizado;
- Incentiva a projeção de sentimentos;
- Incentivo a leitura e escrita;
- Indica distúrbios emocionais e cognitivos;
- Auxilia na integração social;
- Tornar-se um instrumento lúdico;
- Melhora o humor;
- A autoconfiança e autoestima;
- A capacidade de comunicação;
- A saúde dos adoecidos encurtando o tempo de internação.



 

O Filme “Um amigo inesperado”, baseado em um livro que se chama "Um amigo chamado Henry”, aborda o autismo. Conta uma história verídica de Kyle, que é uma criança autista. Os pais têm sérias dificuldades em lidar com ele. A atividade preferida de Kyle é ver uma série de desenhos animados em que a personagem principal é um comboio que se chama Thomas. No dia em que lhe oferecem um cachorro, a criança começa a tratá-lo por Thomas, transferindo para o animal o vínculo positivo que tem com a personagem da série. Kyle começa a revelar grandes progressos, como brincar, realizar atividades de rotina, conversar e desenhar.”




Um livro interessante, também, para ler é “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon. Sinopse: “Criado entre professores especializados e pais que definitivamente não sabem lidar com suas necessidades especiais, Christopher Boone tem 15 anos e sofre de Síndrome de Asperger. Adora listas, padrões e verdades absolutas. Odeia amarelo e marrom e, acima de tudo, odeia ser tocado por alguém. Christopher nunca foi muito além de seu próprio mundo, não consegue mentir nem entende metáforas ou piadas. É também incapaz de interpretar a mais simples expressão facial de qualquer pessoa. Um dia, Christopher encontra o cachorro da vizinha morto no jardim, é acusado do assassinato e preso. Depois de uma noite na cadeia, decide descobrir quem matou Wellington, o cachorro, e escreve um livro, relatando suas investigações.”


* Eu li este livro, e é realmente muito empolgante, pois vivenciamos angústias, comédia e toda a forma de como uma pessoa com a Síndrome de Asperger enfrenta o mundo.


Fonte: http://www.estouautista.com.br



Postado por: Michele às 23h35
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O treino dos cães de serviço

Muitos autistas utilizam cachorros para auxílio e também para terapia. Uma matéria que saiu na revista Cães e Cia (novembro de 2011) chamada “O treino dos cães de serviço”.  Trecho da matéria que fala sobre comandos específicos pra autistas:

“Já outros comandos são específicos para determinado tipo de serviço, como impedir que o autista faça movimentos repetitivos que possam machucá-lo, bem como que ele se afaste excessivamente de determinada área…

Os cães assistentes de mobilidade e os cães para autistas são treinados para nunca tomar iniciativas próprias. Devem sempre atuar da maneira como foram treinados e se restringir a obedecer a comandos, para não comprometerem a segurança do parceiro humano. “Se o cão assistente de mobilidade quebrar a regra e não aguardar comando para ir para o degrau seguinte ao descer ou subir uma escada, poderá causar acidente”, exemplifica a adestradora há mais de 1O anos Debbie Bauer, da Canine Partners for Life, em Cochranville, Pensilvânia – Estados Unidos, cuja entidade já entregou 302 cães de serviço desde 1989. “O cão para autistas deve prestar atenção o tempo todo na pessoa de que ele cuida – não pode se distrair fazendo algo sem ter recebido comando”, explica Sandra. “O cão para autistas também é treinado para receber comandos de um condutor, geralmente os pais da criança autista, já que há momentos em que devem parar a criança sob comando para impedir que ela saia às pressas e entre em perigo”, acrescenta Allison Savard, da Autism Dog Services, no Canadá, organização que já entregou 41 cães para autistas desde 2007.”

 

Cães ajudam a diminuir estresse em crianças autistas:

 

“Os pesquisadores mediram os níveis de cortisol na saliva de 42 crianças com autismo. Normalmente, a produção de cortisol atinge picos cerca de 30 minutos depois que uma pessoa acorda, e diminui ao longo do dia.
A resposta do cortisol ao acordar das crianças foi medida antes, durante e após o cão-guia ser introduzido na família. Os cães foram treinados para serem obedientes e manterem a calma, mesmo em ambientes caóticos.

Os resultados mostram que os cães tiveram um grande impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças. Os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, diminuíram nas crianças após um cão-guia ser introduzido na família. Os cães também melhoraram o comportamento das crianças, reduzindo o número de problemas relatados pelos pais.

Nas duas semanas antes de os cães serem trazidos às casas, os níveis de cortisol das crianças aumentaram 58% durante os primeiros 30 minutos acordados. Mas quando os cães estavam presentes, essa resposta foi reduzida para um aumento de apenas 10%. E, após quatro semanas, quando os cães foram retirados das casas, a resposta do cortisol voltou a ter um aumento de até 48%.

Os pais também relataram uma diminuição de comportamentos problemáticos e perturbadores de seu filho, como birras, enquanto o cão estava presente. A média do número destes comportamentos caiu de 33, nas duas semanas anteriores à presença do cão, a 25 enquanto o animal fez parte da família.
Mas, por enquanto, os pesquisadores disseram que o efeito do cortisol reduzido na criança ainda não pode ser determinado. No entanto, estudos com adultos têm ligado aumentos do hormônio ao aumento do estresse geral, e a diminuição do hormônio a um estado mental positivo.

Mais pesquisas precisam ser feitas em crianças autistas para descobrir se estas diminuições nos níveis de cortisol na verdade correspondem a uma mudança nos seus níveis de estresse.

Muitos estudos já apontavam os benefícios dos cães-guias para crianças com autismo, e agora, um dos objetivos dos pesquisadores são saber por que os cães diminuem os níveis de cortisol delas. Por exemplo, pode ser que os cães ajudem as crianças a dormirem melhor, o que pode ter afetado os níveis de cortisol.”


Fonte: http://www.estouautista.com.br




Postado por: Michele às 23h09
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